O que fazer quando mais ninguém te apoia, quando mais ninguém quer saber daquilo que tu fazes, do que tu sentes, do que tu vives? Eu não sabia até que encontrei algo que me ajudou, algo que me faz bem e me faz acreditar que sou preciso aqui. E isso foi a escrita comecei por fazer pouco e escrever ainda menos mas hoje escrevo como hobby para me abstrair, Para não pensar que sou só uma. Quantos escritores si foram conhecidos depois de partirem e quem sabe possa acontecer comigo mas sendo reconhecida no presente ou não, num futuro ou até nunca eu escrevo para me abstrair escrevo para não pensar que a Morte é a única opção.
Se esta a ler isto significa que ou tudo correu como previsto ou estou numa cama de hospital, talvez o coma ou estou na parte mais sombria, a morga. N ã o sei se sou demasiado covarde ou corajosa.Uma vida de discuss õ es, dores, insultos, berros, l á grimas e muito sangue. O de hoje já foi o suficiente. Cortes profundos, caixas de comprimidos e, a cama. Camas essa suja do sangue que derramei quando me deitei. Quando eu sabia que fecharia os olhos pela última vez. A mesma cama onde passava noites chorando baixo em meio a cobertas. Sei que agora pensas o porque de eu ter feito, o meu próprio suicídio, a tragédia que vai ser falada por os arredores talvez algumas semanas ou meses depois do enterro. Sei que muitos vão tentar arranjar explicação para este ato. Uns vão dizer que eu tive problemas com o namorado, ou que "o namorado a deixou ent ã o ela matou-se. A cabe ç a deste adolescentes que s ó por um desgosto amoroso ...
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